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Como Saber Meu Santo Protetor Pela Data De Nascimento

Como Saber Meu Santo Protetor Pela Data De Nascimento

Como saber o santo protetor de cada pessoa pela data de nascimento?

Como descobrir meu Orixá de cabeça? – Para descobrir o seu Orixá de cabeça através da Numerologia dos Orixás, é preciso somar a data completa do seu aniversário. Se a sua data de nascimento é o dia 12/09/1991, esse número precisa ser somado por completo: 1+2+0+9+1+9+9+1=31.

Como saber qual é o seu santo protetor?

NÚMERO 16 – ALAFIÁ – Regido por Oxalá e Orumilá, ALAFIÁ Odu traz tranquilidade e alegria para a sua vida. Você é mestre em criar um clima harmônico no ambiente a sua volta. Você certamente alcançará o sucesso se conseguir manter todo esse equilíbrio.

Entenda agora o que significa os Orixás e seus Exus

A gente criou um super quiz (gratuito!) que mostra qual o Orixá mais te representa segundo a sua personalidade. Faça agora e veja se o resultado será o mesmo que você encontrou fazendo as contas da Numerologia dos Orixás. Caso você queira saber realmente qual é o seu Orixá, é preciso conversar com um Pai ou Mãe de Santo. Agora que você já sabe tudo sobre a Numerologia dos Orixás, que tal aprender um pouco sobre a Numerologia Espiritual e descobrir qual é o seu compromisso com a espiritualidade?

Como saber quem é seu Pai de cabeça?

Para saber quem realmente é o seu Pai ou Sua Mãe de Cabeça, é necessário ter em mãos, com absoluta certeza a data de nascimento da pessoa. De posse destes dados, dia, mês e ano, fazer a soma individual de cada número. Exemplo: 13.05.1940, – somar então, da seguinte forma – 1 + 3 + 0 + 5 + 1 + 9 + 4 + 0 = 23, procurar na Tabela abaixo, verificaremos que a numerologia 23, para Homem é Filho de Ogum e para Mulher é filha de Yemanjá.

A Soma dos números da data de nascimento HOMENS MULHERES
Até nº 20 OXALÁ YEMANJÁ
Com exceção de 7, 14 e 17 OGUM YANSÃ
Com exceção de 8 XANGÔ OXUM
De 21 a 29 OGUM YEMANJÁ
Com exceção de 26 e 28 OXOSSI(Odé) YANSÃ
A SOMA 28, Tanto Homem, como mulher, tem 3 Orixás, que respondem prontamente: OXOSSI YANSÃ YEMANJÁ YANSÃ YEMANJÁ OXOSSI
PARA A MULHER 28 O ORIXÁ MAIOR só se define, após ter filhos: Sendo estéril ou até 2 filhos é, Tendo 3 ou mais filhos é. , YANSÃ YEMANJÁ
A SOMA DOS NÚMEROS DANDO DE 30 A 33 XANGÔ OXUM
DE 34 ACIMA, OXALÁ YANSÃ
A mulher com a numerologia 26 Deve evitar ter mais que Dois (2) Filhos

Reafirmamos que quando todos estiverem usando esta Numerologia, estaremos evitando inúmeros aborrecimentos entre Diretores Espirituais (Pais e Mães de Terreiros) e até mesmo para os próprios médiuns iniciantes. Ao tomarem conhecimento deste trabalho e a fazerem a sua própria numerologia, muitos constatarão de que “estão com a cabeça trocada”.

Outros indignados dirão “mas faz tantos anos que trabalho com tal Orixá de cabeça, e agora me aparece essa”. Queremos registrar o seguinte: O seu pai ou mãe de cabeça em muitos casos não tem nada a ver com o Guia Espiritual que você trabalha. O que você tem que aprender é que seu guia espiritual, sua entidade espiritual, pode dar tudo para qualquer pessoa que tiver fé nele, porém pra você mesmo, somente seu Orixá de cabeça pode lhe atender.

Mesmo que sua entidade nunca lhe tenha dito isso, e eles não dizem, pois por incrível que possa parecer, sentem ciúmes de você, esta entidade sempre vai respeitar o que está em cima, ou seja o Orixá de cabeça. Isto quer dizer que, somente o seu pai ou mãe de cabeça é quem pode lhe atender.

  • Faça um retrospecto de sua vida, mas com sinceridade e veja o seguinte: sua entidade espiritual para os outros acerta tudo, ajuda em tudo, mas para você não,
  • Digo isso na hipótese de você estar trabalhando há anos com um tipo de vibração e agora ao verificar a tábua numerológica, notou que seu Orixá de Cabeça deu outro.

Não há necessidade de se preocupar em trocar o seu guia, nada disso, continue trabalhando com ele, como sempre fez, porém ao pedir alguma coisa para si próprio, repito, peça para o Orixá de cabeça, que apresentou na numerologia. Faça esta experiência.

Quantos orixás uma pessoa pode ter?

Segundo a crença, cada pessoa recebe a influência de dois orixás principais. O primeiro é conhecido como o ‘orixá da frente’ e o segundo como o ‘orixá de trás’, ‘segundo santo’ ou ‘jutó’.

Qual é o número de Ogum?

Dicas para Proteção, Sorte & Amor Se você está querendo ajuda na sorte, amor, trabalho e outras situações, confira as dicas dos Orixás : Exu é o Senhor dos caminhos e mensageiro dos Orixás. Rege a libido e a sensualidade. Para ter sua proteção, use às segundas-feiras roupas ou peças pretas, vermelhas ou estampadas e ofereça-lhe uma farofa de dendê com bife acebolado.

Seus números para sorte: 1, 7 e 11. Ogum é o Orixá do ferro e da guerra. Rege as estradas e o trabalho. Para ter sua proteção, use às terças-feiras roupas ou peças azul-marinho ou verde e ofereça-lhe um inhame kará assado regado com mel de abelha. Seus números para sorte: 2, 3, 7 e 21. Oxóssi é o caçador protetor das matas.

Rege a fartura de alimentos. Para ter sua proteção, use às quintas-feiras roupas ou peças verdes ou azul-turquesa e ofereça-lhe milho cozido com lascas de coco. Seus números para sorte: 4, 6 e 42. Ossaim é o Senhor das folhas e plantas. Rege a medicina e os estudos.

Para ter sua proteção, use às quintas-feiras roupas ou peças verdes e brancas e ofereça-lhe fumo de rolo com pedaços de rapadura. Seus números para sorte: 7 e 14. Obaluaiyê ou Omolu, em sua forma velha, é o Orixá protetor contra as doenças epidêmicas e de pele. Para ter sua proteção, use às segundas-feiras roupas ou peças pretas, vermelhas e brancas e ofereça-lhe pipocas estouradas na areia de praia.

Seus números para sorte: 5, 7 e 13. Oxumarê é o Orixá do movimento, dono do arco íris. Rege a sorte e riqueza. Por ser irmão de Omolu e filho de Nanã, seu dia é a segunda-feira, por isso para ter sua proteção, use neste dia roupas ou peças nas cores verdes e amarelas e ofereça-lhe batata doce amassada em forma de “cobra”.

  1. Seus números para sorte: 7 e 14.
  2. Oxum é a Senhora dos rios e cachoeiras.
  3. Rege a beleza e o amor.
  4. Para ter sua proteção, use aos sábados roupas ou peças amarelas, azuis ou rosas e ofereça-lhe feijão fradinho cozido com ovos cozidos.
  5. Seus números para sorte: 5, 7, 10 e 16.
  6. Logun-edé é o jovem caçador filho de Oxóssi e Oxum.
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Rege o encanto e o sucesso. Para ter sua proteção, use às quintas-feiras roupas ou peças amarelas ou azuis e ofereça-lhe feijão fradinho com milho cozido. Seus números para sorte: 5 e 6. Xangô é o Orixá do fogo, Senhor do trovão que rege a economia e a justiça.

  • Para ter sua proteção, use às quartas-feiras roupas ou peças vermelhas e brancas e ofereça-lhe quiabo cortado em miúdos com mel de abelha.
  • Seus números para sorte: 6 e 12.
  • Yansã é a guerreira dona dos ventos e raios.
  • Rege a sedução, paixão e também os espíritos dos mortos.
  • Para ter sua proteção, use às quartas-feiras roupas ou peças vermelhas e brancas e ofereça-lhe acarajé ou bobó de camarão.

Seus números para sorte: 4, 9 e 11. Obá é a Senhora das águas revoltas e enchentes. Rege a luta e o equilíbrio. Para ter sua proteção, use às quartas-feiras roupas ou peças vermelhas e amarelas e ofereça-lhe xinxin de galinha. Seus números para sorte: 5 e 15.

  1. Ewá é a Dona das nuvens e chuvas.
  2. Rege os astros com todos os seus mistérios e magia.
  3. Para ter sua proteção, use às quartas-feiras roupas ou peças vermelhas, amarelas e brancas e ofereça-lhe canjica com banana-ouro.
  4. Seus números para sorte: 6 e 15.
  5. Yemanjá é a Rainha do mar e mãe de vários Orixás.
  6. Rege a harmonia da família.

Para ter sua proteção, use aos sábados roupas ou peças brancas, azuis e verde-claras e ofereça-lhe arroz com peixe. Seus números para sorte: 3, 4 e 9. Nanã é o Orixá feminino mais velho. Rege o lodo e a lama. Para ter sua proteção, use às segundas-feiras roupas ou peças lilás e brancas e ofereça-lhe feijão roxinho cozido com taioba.

Seus números para sorte: 2 e 13. Ibej i são os gêmeos protetores das crianças e da família. Regem a alegria e a descontração. Para ter sua proteção, use aos domingos roupas ou peças azuis, verdes ou coloridas e ofereça-lhes doces ou caruru. Seus números para sorte: 2 e 14. Oxaguiã é o jovem Oxalá guerreiro.

Rege os impulsos e a determinação. Para ter sua proteção, use aos domingos roupas ou peças azuis e brancas e ofereça-lhe inhame amassado em forma de bolas, regado com mel de abelha. Seus números para sorte: 2 e 8. Oxalufã é o senhor da criação. Rege a paz e a fraternidade.

Qual é o santo da proteção?

Dia de São Bento: orações e significado da medalha do santo protetor São Bento é considerado o Pai dos Monges, o Padroeiro da Europa e o Fundador da Ordem dos Beneditinos, sendo conhecido por fundar inúmeros mosteiros em todo o Velho Continente. Sua medalha é de grande importância aos que nele creem e significa proteção.

Qual é o santo que protege os cabelos?

Santa Inês, protetora da tricologia, tem entre seus devotos aqueles que sofrem com a perda capilar. É festejada em 21 de janeiro. – Diversas fontes citam que esta jovem, que se tornou mártir em pouco tempo, enquanto queimava nua na fogueira, conseguiu proteger a sua nudez com seus cabelos volumosos.

Qual é o orixá mais forte?

Xangô é o poderoso orixá guerreiro que domina os raios e os trovões. Conhecido como o rei de Oyó, Xangô é um poderoso orixá que tem o controle sobre os raios e trovões, e que também expele fogo pela boca.

Quem é Oxum no espiritismo?

Oxum é uma orixá, é a rainha da água doce, dona dos rios e cachoeiras, cultuada no candomblé e também na umbanda, religiões de origem africana. Oxum é a segunda esposa de Xangô e representa a sabedoria e o poder feminino. Além disso, é vista como deusa do ouro e do jogo de búzios.

Qual é o signo do ano de 2023?

Para a astrologia, o ano começa quando o Sol ingressa no primeiro signo do zodíaco, que é áries. Por isso, o Ano Novo astrológico de 2023 vai começar no dia 20 de março. Áries tem tudo a ver com começos, e por isso é o signo dos começos e inícios —o bebê do zodíaco.

Como saber o orixá de frente?

Como saber seus Orixás – No Candomblé, um recurso comum é jogar os búzios para identificar o Orixá. A validade do jogo de búzios em um terreiro de Candomblé é proporcional ao quanto você deposita de confiança naquele sacerdote. O jogo de búzios, porém, não é um fundamento da religião da Umbanda.

Isso quer dizer que a Umbanda não prescinde do jogo de búzios para existir. No ritual de Umbanda, as consultas espirituais são feitas com as entidades incorporadas, diferente do Candomblé, no qual o sacerdote faz a consulta por meio de um oráculo. Por isso, na Umbanda não é tão comum usar o jogo de búzios, embora não seja proibido.

Contudo, tanto o jogo de búzios quanto as consultas espirituais podem não revelar de forma definitiva quais os Orixás regentes da pessoa. Em alguns casos, é necessário fazer o ebó – oferenda aos Orixás presentes no jogo de búzios e/ou indicados pela entidade incorporada.

Em algumas casas, a certeza do Orixá regente só é obtida ao fazer todo ritual de iniciação à religião.O importante é entender a fundo o que a religião representa – assim como os Orixás – e não ter pressa para descobrir apenas por descobrir, sem saber o real motivo para isso. Texto: Gledson Lima – Tarólogo, Numerólogo e Pesquisador de culturas afro-brasileiras

: Entenda o que é Orixá de Frente, Adjunto e Ancestral

Como os orixás se manifestam?

Orixás: Dança que encena gestos de divindades Oxum figura entre as “mães d’água” e sempre se faz presente nas festas Foto Roberta Guimarães Plasticidade, dramaticidade e religiosidade. Esses e outros elementos estão presentes nos rituais do candomblé, religião de matriz africana que possui mitologia própria, com mais de 400 divindades, conhecidas como orixás.

Quem já participou de um xirê – como são chamadas as festas celebradas nos terreiros – pode atestar a riqueza ritualística em torno dos orixás e deleitar-se com um cenário complexo e belo, comparável a um elaborado espetáculo cênico. A força e expressão gestual das divindades chama a atenção dos que participam das festas nos terreiros, inclusive dos pesquisadores, que procuram analisar as características desses deuses.

Na dissertação A dança dos orixás de Augusto Omolu e suas confluências com a Antropologia Teatral, apresentada ao programa de pós-graduação em Artes da Universidade Federal de Uberlândia, Antônio Marcos Ferreira Júnior pondera: “Segundo a filosofia do candomblé, o universo é dinâmico e ao manter-se em movimento ele está em equilíbrio.

  • A dança é o testemunho mais correto e expressivo desse ritmo universal.
  • A vida faz parte desse processo rítmico e dinâmico de criação e destruição, de morte e renascimento, expresso no ritmo das danças dos orixás, que simbolizam as energias da natureza nesse eterno e alterno ritmo, que continua em ciclos infinitos”.

Comida, vestimenta e dança são fundamentais para que as entidades se manifestem com harmonia e distribuam sua força aos devotos. As danças, em especial, são coreografadas com movimentos e sinais específicos, exprimindo a maneira de ser de cada divindade.

Nelas, os orixás revivem momentos importantes e se conectam à energia original que os envolveu durante suas criações. O corpo do devoto, portanto, é essencial ao rito, para que a devoção se concretize. “É o instrumento de expressão e comunicação com o orixá, que vem para este plano e se comunica pelo cavalo do santo (como é chamada a pessoa que incorpora)”, explica Mário Ribeiro, historiador e diretor da Casa do Carnaval (Recife).

Assim como o corpo, as vestimentas e expressões corporais também são peças-chave na representação das divindades. “Os objetos e os movimentos vão expressar suas naturezas peculiares. Pela dança, percebe-se a correlação que o orixá tem com os ventos, com as matas, com as águas, com a terra”, diz Mário.

Para entender essa conexão entre o corpo e o espírito, entre o devoto e a santidade, a repórter fotográfica Roberta Guimarães vem trabalhando, há dois anos, na produção do livro A pessoa, o sagrado e o orixá, previsto para ser lançado em 2013. Nos últimos 24 meses, ela acompanhou a transformação de vários filhos de santo, a partir do momento da colocação das indumentárias e da entrada no peji, ou camarim, espaço sagrado em que os fiéis se ornam com vestimentas típicas e artefatos próprios, permitindo que os orixás se incorporem.

“É admirável perceber essa transformação. Conferir a mudança que acontece quando vestem as indumentárias. Ver o respeito e a reverência que eles alcançam depois da saída do peji”, diz Roberta, que já documentou incorporações de Oxum, Xangô, Nanã, Oxalá e Ogum.

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Segundo ela, é visível a força e o respeito que o candomblé detém no Recife, apesar do preconceito ainda existente contra a religião. Por todo Brasil, várias nações – como são chamadas as diversas ramificações do candomblé, de acordo com a diáspora africana – têm rituais semelhantes, mas com nuances que, na linguagem dos “iniciados”, são chamadas de “ética própria de se relacionar entre o zelador e as divindades”.

Os terreiros dos xambás, angolas, nagôs, jejes, moçambiques, quetos, minas e iorubás, portanto, mantêm cerimônias e ritualísticas que possuem raízes aproximadas, mas com batidas que os distinguem na devoção. A relação com a música – “rezas cantadas”, segundo observa Mário Ribeiro – obedece ao modo de tocar das nações.

Em algumas, o atabaque é tocado com as mãos. Em outras, com cipós de aroeira ou de goiabeira. Isso muda radicalmente a sonoridade”, descreve Mário. No livro Orixás: deuses iorubás na África e no Novo Mundo, Pierre Fatumbi Verger mostra que são muitos os ritmos, devidos às formas de tocar e aos sistemas de tensão dos couros dos atabaques.

“O etnomusicólogo Xavier Vatin identifica no candomblé contemporâneo 20 fórmulas rítmicas: oito seriam originárias da nação nagô-ketu; sete da nação jeje, quatro da nação angola e um da nação nagô-ijexá. Cabe notar que, como em outros aspectos litúrgicos, há nesse âmbito uma forte interpenetração entre as diversas nações”, escreveu o africanista e fotógrafo. As danças representam as energias da natureza de cada divindade. Foto: Folhapress GESTUAL No que diz respeito à dança, em todas as nações, as divindades se assemelham, principalmente quando se trata de Exu, cujos movimentos são copiados por dançarinos de vários grupos.

“Mensageiro por excelência, Exu apresenta-se numa dança serpenteada, as mãos ora levantadas para o orun (céu), ora para o aye (terra), os quais ele interliga. A comissão de frente das escolas de samba, em especial a partir dos anos 1960, executa inúmeros dos seus passos. O mesmo acontece com Iansã, que domina os ventos, as tempestades e cuja principal característica é o enlaçar dos braços.

Toda graça do jogo cênico dos braços dessa coreografia era exibida no desfile das grandes escolas, com a passagem da veterana Paula do Salgueiro, que durante três décadas foi uma das passistas mais famosas do Rio de Janeiro”, explica o pesquisador de carnaval José Carlos Rego, autor do livro Dança do samba,

No Recife, essa relação pode ser percebida claramente nos blocos de afoxés, nos maracatus de baque virado e nas escolas de samba. “Nos afoxés, além da indumentária típica, os ritmos, os cânticos e a dança são uma clara referência às divindades. No maracatu, isso fica marcado na ala dos orixás (que nem sempre está presente nas agremiações).

Quando essas alas são formadas, os brincantes fazem exatamente os movimentos que os representam. Na escola de samba, a presença do sagrado na gestualidade fica patente na ala das baianas, principalmente na hora em que elas rodam e dão uma parada brusca.

  1. É como se fosse a ‘caída’ do santo, o oriki do santo”, pontua Mário.
  2. Portanto, essas são as manifestações artísticas que têm mais afinidade com o candomblé e suas coreografias.
  3. Músicos, em especial os baianos, costumam executar passos de orixás nas suas apresentações artísticas.
  4. A Timbalada tem uma música Ashanshu, em homenagem a Obaluaiê.

Na coreografia, eles fazem exatamente os passos da divindade. O Olodum, na música Iemanjá amor mar, também repete os movimentos dela. E se não fosse isso, teríamos um exemplo muito claro dessa apropriação dos movimentos das divindades a partir de Maria Bethânia, que, ao interpretar a música Iansã, se manifesta no palco com a força e ênfase dela”, diz o historiador.

ENTRADAS Pós-graduado em Políticas Culturais e Cultura Popular e babalorixá há quatro décadas, Albemar Araújo explica que as religiões de matriz africana são muito presentes em Pernambuco, e que, no Recife, especificamente, os terreiros e o próprio candomblé são conhecidos como “xangô”, que é também o nome de um dos mais poderosos orixás masculinos.

“Xangô é uma das entidades mais reverenciadas e queridas. Manifesta-se com ênfase, com violência, com muita força, carregando seu machado, o oxê, e o maracá, o xerê, Ele tem a ver com a justiça, o poder, a realeza”, diz o babalorixá. Apesar da fama, não cabe a Xangô a primazia de abrir os trabalhos nos terreiros.

Em todas as nações, os rituais iniciam-se reverenciando Exu, o mensageiro. “Ele faz a varredura e vai chamar os outros orixás. Toma conta da festa do começo ao fim. Nem sempre se manifesta, mas quando o faz, dança com graça, com beleza. Traz consigo um grande falo e dança semeando a fertilidade”, explica Albemar, que atua em terreiro de tradição nagô.

Ogum, que na mitologia africana é o deus da metalurgia, o guerreiro, é sempre o segundo a entrar. “Sua dança tem gestos ríspidos, pois ele promove a guerra contra o mal, abre os caminhos. No candomblé, sua cor é o azul-escuro. Ele normalmente incorpora”, explica Albemar.

A partir desse momento, a ordem de entrada vai depender da “ética” de cada nação. “Cada um vai dar a primazia às suas entidades. O denominador comum só surge quando Oxalá é convocado para encerrar a cerimônia”, pontua. “Quem fecha o xirê é Oxalá. Ele encerra as atividades, ordena que todos os orixás se virem para a porta da rua, mandando embora as energias negativas e deixando apenas as positivas.

Ele tem mais de uma faceta e forma de se apresentar. É o único orixá masculino a usar o filá (véu) das deusas femininas e se divide em dois: Oxaguian, o jovem, o guerreiro, que porta uma espada e dança com ênfase, vibrando; e o Oxalufan, o velho, que vem coberto por um pano e dança curvado, apoiando-se no seu cajado, o opaxorô “, distingue Albemar.

Onde Vivem os orixás?

ARUANDA – Lugar onde moram os orixás e as entidades superiores. No Catolicismo é o Céu. No Espiritismo são as colónias espirituais.

Qual é o animal de Ogum?

Cachorro – o guardião, companheiro e amigo tem a proteção do Orixá Guerreiro Ogum.

Como Ogum se manifesta?

As Características Dos Filhos De Ogum São conquistadores, incapazes de fixar-se num mesmo lugar, gostando de temas e assuntos novos, conseqüentemente apaixonados por viagens, mudanças de endereço e de cidade. Um trabalho que exija rotina, tornará um filho de Ogum um desajustado e amargo.

  1. São apreciadores das novidades tecnológicas, são pessoas curiosas e resistentes, com grande capacidade de concentração no objetivo em pauta; a coragem é muito grande.
  2. Os filhos de Ogum custam a perdoar as ofensas dos outros.
  3. Não são muito exigentes na comida, no vestir, nem tão pouco na moradia, com raras exceções.
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São amigos camaradas, porém estão sempre envolvidos com demandas. Divertidos, despertam sempre interesse nas mulheres, tem seguidos relacionamentos sexuais, e não se fixam muito a uma só pessoa até realmente encontrarem seu grande amor. São pessoas determinadas e com vigor e espírito de competição.

  • Mostram-se líderes natos e com coragem para enfrentar qualquer missão, mas são francos e, às vezes, rudes ao impor sua vontade e idéias.
  • Arrependem-se quando vêem que erraram, assim, tornam-se abertos a novas idéias e opiniões, desde que sejam coerentes e precisas.
  • As pessoas de Ogum são práticas e inquietas, nunca “falam por trás” de alguém, não gostam de traição, dissimulação ou injustiça com os mais fracos.

Veja a continuação do artigo na próxima página Nenhum filho de Ogum nasce equilibrado. Seu temperamento, difícil e rebelde, o torna, desde a infância, quase um desajustado. Entretanto, como não depende de ninguém para vencer suas dificuldades, com o crescimento vai se libertando e acomodando-se às suas necessidades.

  • Quando os filhos de Ogum conseguem equilibrar seu gênio impulsivo com sua garra, a vida lhe fica bem mais fácil.
  • Se ele conseguisse esperar ao menos 24 hs.
  • Para decidir, evitaria muitos revezes, muito embora, por mais incrível que pareça, são calculistas e estrategistas.
  • Contar até 10 antes de deixar explodir sua zanga, também lhe evitaria muitos remorsos.

Seu maior defeito é o gênio impulsivo e sua maior qualidade é que sempre, seja pelo caminho que for, será sempre um Vencedor. A sua impaciência é marcante. Tem decisões precipitadas. Inicia tudo sem se preocupar como vai terminar e nem quando. Está sempre em busca do considerado o impossível.

Ama o desafio. Não recusa luta e quanto maior o obstáculo mais desperta a garra para ultrapassá-lo. Como os soldados que conquistavam cidades e depois a largavam para seguir em novas conquistas, os filhos de Ogum perseguem tenazmente um objetivo: quando o atinge, imediatamente o larga e parte em procura de outro.

É insaciável em suas próprias conquistas. Não admite a injustiça e costuma proteger os mais fracos, assumindo integralmente a situação daquele que quer proteger. Sabe mandar sem nenhum constrangimento e ao mesmo tempo sabe ser mandado, desde que não seja desrespeitado.

Adapta-se facilmente em qualquer lugar.Come para viver, não fazendo questão da qualidade ou paladar da comida. Por ser Ogum o Orixá do Ferro e do Fogo seu filho gosta muito de armas, facas, espadas e das coisas feitas em ferro ou latão. É franco, muitas vezes até com assustadora agressividade. Não faz rodeio para dizer as coisas.

Não admite a fraqueza e a falta de garra. Veja a continuação do artigo na próxima página Têm um grave conceito de honra, sendo incapazes de perdoar as ofensas sérias de que são vítimas. São desgarrados materialmente de qualquer coisa, pessoas curiosas e resistentes, tendo grande capacidade de se concentrar num objetivo a ser conquistado, persistentes, extraordinária coragem, franqueza absoluta chegando à arrogância.

Quando não estão presos a acessos de raiva, são grandes amigos e companheiros para todas as horas. É pessoa de tipo esguio e procura sempre manter-se bem fisicamente. Adora o esporte e está sempre agitado e em movimento, tendem a ser musculosos e atléticos, principalmente na juventude, tendo grande energia nervosa que necessita ser descarregadas em qualquer atividade que não implique em desgastes físicos.

Sua vida amorosa tende a ser muito variada, sem grandes ligações fixas, mas sim superficiais e rápidas. Por Pai Pedro de Ogum : As Características Dos Filhos De Ogum

Quem nasce em julho é filho de qual Orixá?

Orixá de julho | O TEMPO Oxalá é o maior de todos os orixás, e tem uma importante tradição religiosa nos cultos africanos da Bahia. Este é o orixá que rege o mês de julho. Ele apresenta-se, ora como velho Oxalufã, alquebrado e trôpego, apoiado em seu bastão, ora como novo, o moço Oxaguiã, ativo, guerreiro, empunhado a espada em Pelão de metal branco de duas bocas.

  1. O sincretismo religioso de Oxalá, na Bahia,é com o Senhor do Bonfim.
  2. Sua festa maior, em todas as casas de culto, levam o nome de ‘Águas de Oxalá’ – revivescência do mito africano da viagem de Oxalá ao reino de seu filho Xangô.
  3. Na áfrica é chamado de Obatalá (senhor da Roupa Branca).
  4. Os vivos e os mortos são controlados pelo axé de Orixalá.

O Alá Grande Pano Branco é seu emblema e, embaixo dele, está abrigado a vida e a morte. Um dos rituais do círculo litúrgico de Oxalá consiste em estender um longo pano imaculado, sustentado por cima das cabeças dos participantes, que caminham cantando e dançando numa procissão.

O gesto simboliza o ato através do qual seus filhos se colocam sob a proteção do grande orixá Fumfum (Orixá Branco). Está associado a calma, ao repouso e ao silêncio. Marfim é um símbolo de Oxalá, que é chamado amavelmente pelos seus filhos de Babá (Pai Velho). Ele só se alimenta de comida branca: acaçâ de milho brando cozido, catassol (caracol, seu bicho mais representativo).

Oxalá é considerado um orixá hermafrodita. Duas metades de cabaça branca, uma contra outra, ligadas por uma haste também branca. Uma figura representa o céu e a outra a terra fecundada, lembrando casamento de Obatalá (céu) e Odudua (terra). Eles se tocam no horizonte, em uma concepção do mundo e de sua criação.

  1. A verga branca que as une é como um canal, um falo fecundante.
  2. O filho deste orixá se veste de branco todas as sextas-feiras e, dentro da nação do culto Africano, é o mais respeitado, pois ele é o pai de todos os santos.
  3. Na Bahia, é tão consagrado quanto no mundo todo.
  4. Os filhos deste orixá, geralmente, são muitos batalhadores e lutam por aquilo desejam.

Portanto eles precisam acreditar muito para adquirir tudo aquilo que desejam. Dica. Durante o mês de julho, é importante que as pessoas coloquem em suas casas flores brancas para harmonizar toda a família. Oxalá pede mais calma e que todos lutem por tudo aquilo que realmente desejam, pedindo com muita fé.

Como saber se você é filho de Iansã?

Filhos e Filhas de Iansã – Estas filhas e filhos estão sempre prontos para enfrentar os desafios do dia a dia. Não precisa chamar duas vezes! Por exemplo: não se iluda com uma aparência sóbria e ponderada: quem é de Iansã decide, por último, com base na emoção! Ou seja: pessoas com Iansã de Cabeça são danadas mesmo! Extrovertidas, diretas e sentimentais, se apaixonam e geram paixões quase na mesma medida.

  • Filhos e filhas de Iansã parecem que têm um comichão invisível, uma vontade irrefreável de fazer algo, de fazer mais, de criar.
  • Não ficam ‘de boa’ quase nunca Inteligentes, altruístas e vaidosos.
  • Sua presença é sempre notada, pois sempre se destacam por algo diferente ou por trazerem uma novidade.
  • Por consequência, se adaptam, aprendem rápido (e se cansam rápido do que aprenderam) e logo partem em busca de mais.

Conheça o Ebook com todas as características dos filhos de filhas de Iansã!

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